Uma procuradoria dos Estados Unidos levantou acusações contra seis cidadãos da Estónia e um da Rússia, por suposta participação desses indivíduos em um sofisticado esquema de fraude na internet, que teria infectado mais de 4 milhões de computadores localizados em mais de 100 países.
Entre os computadores infectados com malware, pelo menos 500 mil estavam nos EUA, incluindo computadores pertencente a agências governamentais, como a NASA.
Os seis estonianos já foram presos e levados em custódia, em seu país de origem. A procuradoria norte-americana buscará a extradição desses para os EUA. O sétimo acusado, um russo, continua foragido.
O malware que os criminosos usavam alterava os ajustes DNS nos computadores das vítimas para redirecionar esses computadores para outros servidores, falsos e controlados por esses mesmos criminosos e outros cúmplices. O redirecionamento acontecia de duas formas: “click hijacking” e “advertising replacement fraud“, um tipo de phishing scam utilizando-se de falsos anuncios nos sites.
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