
Ataques de colisão contra o algoritmo estão cada vez mais baratos e desde 2011 seu uso na Internet tem sido desaprovado pela fraqueza crescente que tem apresentado. Com essa alteração, a Google segue os passos da Microsoft e da Mozilla que já manifestaram proposta de não utilizar o SHA-1 em algumas funções de seus produtos.
A partir da versão 39 do Chrome, certificados expirando em 1 de Janeiro de 2017, ou depois, que incluem assinaturas baseadas no SHA-1 como parte da cadeia de certificados, apresentarão a mensagem: “seguro, porém com erros menores” .