
Ao todo, são 948 amostras únicas de malware somente em 2015, contra 180 contadas desde 2010. Segundo os analistas não há motivo de preocupação, já que os programas não são sofisticados e são fáceis de serem removidos. A maior parte era voltada para obrigar as pessoas a assistirem propagandas, como malwares de spam, e vinham de softwares visivelmente duvidosos, que as pessoas tiveram que baixar e se expor ao risco.
Esse aumento do número de malware pode ser considerado um reflexo do número de usuários do OS X, que vem crescendo. Atualmente, o Mac representa quase 17% do total do mercado, o que o torna mais interessante e atraente para o ataque de criminosos.
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