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Energia e finanças – A indústria sob ataque

figura-2-vulnerabilidades-altas-por-anoFoi publicado um estudo que analisa as vulnerabilidades de segurança das duas indústrias que são alvos frequentes de cibercrime: energia e serviços financeiros. 72% dos entrevistados estão confiantes de que a sua organização será alvo de um APT (Advanced Persistent Treats – ameaças avançadas persistentes), de um ataque de malware, ou ainda de alguma tática de ciberespionagem nos próximos 12 meses. Destes, 38% classificam um ataque como uma “certeza” ou “altamente provável”.

Ambos os setores de energia e serviços financeiros estão sob pressão constante de ataques devido aos ativos de alto valor que possuem, o que representa um risco significativo para a economia dos EUA e infraestrutura crítica física. De acordo com o Departamento de Segurança Interna dos EUA, o maior percentual dos incidentes relatados pelo seu time de resposta à emergências cibernéticas do controle de sistemas industriais (ICS – CERT) ocorreu no setor de energia. Da mesma forma, em janeiro deste ano, o FINRA (em inglês, Financial Industry Regulatory Authority) divulgou uma carta alertando o aumento da frequência e sofisticação dos ataques contra as empresas de serviços financeiros.

Em uma pesquisa anônima com 200 gerentes e administradores de segurança em TI, em organizações de serviços financeiros (50%) e do setor de energia (50%), feita pela Opinion Matters em abril deste ano, foi possível levantar alguns dados como:

“É bom ver que essas empresas estão planejando treinar suas equipes de TI sobre as mais recentes tecnologias e estratégias de segurança cibernética, e que eles estão investindo em tecnologias de detecção de malware avançado. A hora de agir é agora, ou a próxima grande violação de dados pode ser uma que não afete apenas as nossas carteiras.” disse Julian Waits, presidente e CEO da ThreatTrack Security.

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