
De acordo com a consultora, essa projeção se deve aos ataques de interrupção de negócios exigirem novas prioridades aos diretores de segurança da informação (CISOs) e líderes de gestão de continuidade de negócios (BCM), uma vez que tais ataques podem causar o rompimento prolongado das operações comerciais internas e externas, causando grandes prejuízos financeiros para a empresa afetada.
Não obstante, com o crescimento de equipamentos conectados e a Internet das Coisas, houve uma expansão das superfícies sujeitas a ataques, o que implica em maior atenção e, naturalmente, maiores orçamentos relacionados à segurança digital.
“A expectativa de que os negócios digitais representem um modelo bem sucedido parte da premissa de que equipamentos da Internet das Coisas estejam sempre disponíveis. Uma interrupção em qualquer momento de uma transação fim-a-fim significa que essa transação pode não ser realizada, com impacto na fidelidade dos clientes e no fluxo esperado de receitas das ofertas digitais”, diz a Gartner.
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