
Os votos, após serem computados, são guardados de forma embaralhada na memória do aparelho. O que o grupo conseguiu foi extrair a sequência de votos na ordem em que foram inseridos na urna. Caso um atacante malicioso explorasse essa falha, ele precisaria ter acesso (ou monitorar presencialmente) à lista externa de votação para chegar ao nome dos eleitores .
Veja mais detalhes em Convergência Digital – Segurança – UnB quebra o sigilo do voto da urna eletrônica.