“Primeiro, a do prêmio “ofertado” através de torpedos (SMS), conforme foi noticiado na reportagem.”
“Segundo, o golpista se faz passar por bombeiro ou policial rodoviário e, após “informar” à vítima sobre a ocorrência de um acidente, dá a entender que uma das pessoas “gravemente feridas” pode ser seu parente: tio, primo, irmão etc.. O criminoso, então, aproveita-se do nervosismo de seu interlocutor para, habilmente, conseguir dele informações como nome e características do suposto parente que esteja na rua àquela hora, momento do acidente. Recebidas as informações, o falso bombeiro ou policial rodoviário se transforma em sequestrador e passa a ameaçar a vítima.”
“Terceiro, quando atende o telefone, normalmente de madrugada ou outro horário diferenciado, a “vítima” ouve uma voz chorosa pedindo socorro: “Mãe” ou “pai” … “eles me pegaram e vão me matar. Me ajuda!”. A regra geral e lógica é de que a pessoa, visando entender a situação e na tentativa de se certificar se é seu filho (ou filha) que está falando, acabe revelando seu nome. Imediatamente, o criminoso anuncia o sequestro.”
“Quarta possibilidade: o golpista diz que foi contratado por “um inimigo” da vítima para sequestrá-la e matá-la. Em seguida, imprimindo pavor ao interlocutor, diz que, mediante o pagamento de uma determinada quantia, pode contar-lhe quem é “o inimigo e mandante do crime” e, ainda, desistir de cometê-lo.”
