Conflito na Ucrânia dá tom a nova política de ciberguerra da Otan

Seguranca CibernéticaA reunião de cúpula da Otan realizada no começo de setembro em Newport, no País de Gales, trouxe uma novidade histórica. Pela primeira vez, as potências congregadas na Aliança Militar do Atlântico Norte incorporaram medidas de ciberguerra ao seu arsenal.

O conflito russo-ucraniano deu nova dimensão ao problema. Segundo informações do comando americano da Otan, nas operações militares de anexação da Crimeia os militares russos introduziram, com sucesso, uma ciberofensiva. Ao mesmo tempo em que avançavam com suas tropas, os russos cortaram todas as comunicações eletrônicas entre as forças ucranianas estacionadas na Crimeia e seus centros de comando em Kiev.

Neste contexto, a Otan elaborou sua nova “política de ciberdefesa reforçada” (Enhanced Cyber Defense Policy). Assim, um ataque às redes informáticas de um país membro será considerado como uma ofensiva de guerra convencional à Otan, visto que, o ciberespaço dos países-membros fazem parte do sistema de defesa da aliança militar .

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