A maior ameaça à segurança das empresas ainda é o comportamento humano

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Uma empresa de inteligência de segurança e tecnologia de gerenciamento de informações, a Nuix, conversou com diretores de Segurança da Informação de empresas listadas na Fortune 500 e Fortune 1000, sobre a natureza dinâmica da segurança e como o seu papel está se adaptando.

Os líderes de segurança têm agora um lugar muito mais influente na mesa de diretores, em parte devido ao caráter público das violações e a falta de Segurança da Informação nas empresas.

O relatório constatou que há um foco maior sobre as ameaças internas desde o primeiro relatório realizado em 2014. Dentre os entrevistados, 71% relataram possuir um programa ou política para ameaças internas, e 14% disseram que alocam 40% ou mais do seu orçamento para elas.

“O gerenciamento de ameaças internas e resposta a incidentes recebeu um maior investimento no ano passado”, disse um entrevistado. “Houve uma mudança na alocação em direção à busca interna, em vez do perímetro”, acrescentou outro.

“Os resultados desse relatório não são nenhuma surpresa, eles representam as mesmas questões e preocupações que estamos assessorando nossos clientes todos os dias”, disse Keith Lowry, vice presidente da Nuix. “Em primeiro lugar, há uma maior consciência de ameaças internas graças aos perfis públicos de Chelsea Manning e Edward Snowden. É também mais fácil roubar informações; por exemplo, você pode copiar arquivos chave para um pendrive em segundos. E, finalmente, infelizmente, o roubo de registros internos tornou-se culturalmente mais aceitável.”

“Quase universalmente” foi relatado que as pessoas são a maior fraqueza na Segurança da Informação, à frente da tecnologia e processos. Dos entrevistados que relataram ter uma ameaça interna ou política, 70% ofertam treinamentos aos empregados para minimizar o risco. “A empresa emprega equipes de inteligência que estudam diferentes aspectos das comunicações, a atividade do usuário, mídias sociais, atividade suspeita e outros detalhes”, disse um entrevistado.

Fonte (em inglês): link