Hospitais e instituições de saúde “não estão encriptando dados em trânsito”, revela pesquisa

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Uma pesquisa realizada pela Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS) gerou um relatório sobre a conduta de hospitais e instituições de saúde nos EUA quanto à segurança da informação. A pesquisa revelou que cerca de 32% dos hospitais e 52% dos prestadores de serviços como laboratórios e clínicas de reabilitação não estão criptografando seus dados em trânsito, o que segundo os autores da pesquisa “deixa uma porta aberta para potenciais adulterações e corrupção de dados”.

A pesquisa também levantou o uso de equipamentos e sistemas de segurança: 78% dos hospitais e sistemas de saúde estão usando firewalls, e 85% deles usam usam softwares antivírus e antimalware – números que, apesar de altos, são considerados “surpreendemente baixos” pelo relatório. “Sem o uso de firewalls, os prestadores de serviço provavelmente não dispõe da capacidade de prevenir ou mitigar vírus e malwares”.

Entre as principais preocupações relacionadas à cibersegurança no setor está o ransomware – citado por 69% dos entrevistados -, o que não é exatamente uma surpresa, considerando o número de instituições de saúde que sofreu esse tipo de ataque nos EUA nos últimos meses.

Há projeções de que ciberataques devem custar mais de US$ 300 bilhões à indústria nos próximos 5 anos. Outra previsão aponta que um em cada quatro vazamentos de dados deste ano acontecerá na neste setor.

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