Machine Learning em cibersegurança deverá impulsionar investimentos em Big Data, Inteligência e Analytics

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A indústria de cibersegurança deve investir pesado em machine learning como forma de dissuadir ameaças no futuro. A previsão é da empresa ABI Research, que avalia que o machine learning em cibersegurança irá impulsionar os gastos em big data, inteligência e analytics, que podem chegar a US$ 96 bilhões até 2021.

Neste contexto, tecnologias como a Análise do Comportamento do Usuário e da Entidade (UEBA, na sigla em inglês) e o design de algoritmos de deep learning estariam emergindo como duas das tecnologias mais proeminentes especialmente em startups de inovação, mas também em setores como governo e defesa, além de bancos.

Para o analista da ABI, Dimitrios Pavlakis, “estamos no meio de uma revolução da inteligência artificial na segurança que tornará as soluções de machine learning a nova norma, para além do SIEM e outras soluções”, tudo isso, segundo ele, deve acontecer nos próximos cinco anos.

A indústria de segurança já estaria passando por esse processo de mudança. No caso das desenvolvedoras de antivírus por exemplo, está em curso a mudança de foco de algumas soluções, passando de modelos altamente supervisionados para modelos automatizados e semi-automatizados. Além disso, espera-se que métodos baseados em SIEM sejam integrados com operações de UEBA  e soluções de deep learning.

Empresas como a IBM, Gurucul, Niara, Splunk e outras serão instrumentais na implantação do machine learning em todos os setores – da saúde à análise empresarial e cibersegurança. Todas estão trabalhando para liderar nas inovações trazidas pelo UEBA.

“Essas transformações radicais estão acontecendo como resposta às crescentes ameaças de natureza desconhecida vindas de múltiplos agentes”, conclui Pavlakis.

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