
A mobilidade autônoma não é mais ficção científica: cada vez mais frotas corporativas estão investindo em veículos autônomos ou semi-autônomos, com automação, sensores, comunicação veículo‑a‑veículo (V2X) e softwares de controle que substituem ou complementam funcionalidades humanas.
Com esse avanço, porém, surgem novos riscos e a segurança cibernética passa a ser tão crítica quanto a engenharia de hardware. Empresas que operam frotas autônomas precisam entender como funcionam esses veículos, quais vulnerabilidades devem tratar e que normas regulatórias seguir, para operar de modo seguro e responsável.
Leia o artigo completo no blog da Clavis.