Pesquisa aponta que 1/4 das empresas sofreram com ataques cibernéticos em 2021

Em um levantamento referente ao ano de 2021, foi apontado que uma a cada quatro empresas se tornaram vítimas de ataques cibernéticos. Os tipos de ataques são diversos, mas os mais populares são: Phishing com 28%, Vírus com 24% e Ransomware com 21% dos ataques.

Em um levantamento referente ao ano de 2021, foi apontado que uma a cada quatro empresas se tornaram vítimas de ataques cibernéticos. Os tipos de ataques são diversos, mas os mais populares são: Phishing com 28%, Vírus com 24% e Ransomware com 21% dos ataques.

Estamos para concluir dois anos desde o início da pandemia e, desde então, muitas empresas foram obrigadas a se adaptarem à nova realidade do trabalho remoto. Essa nova forma de operar durante a pandemia possibilitou a sobrevivência de muitos negócios, mas trouxe novos desafios, principalmente relacionados à Segurança Cibernética.

A plataforma de Segurança Digital BugHunt, realizou um estudo com 58 empresas de médio e grande porte, a maior parte pertencente ao setor de tecnologia. O levantamento revelou que 26% dessas empresas foram vítimas de ataques cibernéticos nos últimos 12 meses, sendo uma a cada quatro das empresas.

Em um levantamento referente ao ano de 2021, foi apontado que uma a cada quatro empresas se tornaram vítimas de ataques cibernéticos. Os tipos de ataques são diversos, mas os mais populares são: Phishing com 28%, Vírus com 24% e Ransomware com 21% dos ataques.

Quando questionadas a respeito da razão de se tornarem vítimas de ciberataque, 36% dos representantes responderam que não estavam preparados para a migração para o trabalho remoto.

“Com muita coisa feita às pressas e sem o planejamento necessário, principalmente entre as empresas de pequeno e médio porte, que são a maioria no Brasil, a Segurança Digital das corporações acabou comprometida”, pontua Caio Telles, CEO da BugHunt.

Foco na Segurança

Com o elevado número de ataques, as empresas passaram a enxergar a importância da proteção de seus dados e com isso ocorreu um aumento nos investimentos em Segurança Cibernética e adequação à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). De acordo com a pesquisa, o orçamento destinado à essa área triplicou no ano de 2021.

Em sua grande maioria, 58,6% das empresas, utilizam até R$ 50 mil de seu orçamento anual para Segurança da Informação. 10,4% destinam entre R$ 50 e R$ 100 mil, 15,5% investem de R$ 100 mil à R$ 300 mil, e 15,5% direcionam mais de R$ 300 mil anualmente para assegurar seus dados e ativos.

Segurança da Informação se tornou recentemente uma preocupação em nosso país, e isso é evidente quando na pesquisa são apontados que mais de dois terços (67,2%) das empresas que responderam à pesquisa iniciaram seus investimentos no setor apenas nos últimos três anos. Apenas 13,8% das empresas afirmaram buscar pela segurança há mais de cinco anos.

Em um levantamento referente ao ano de 2021, foi apontado que uma a cada quatro empresas se tornaram vítimas de ataques cibernéticos. Os tipos de ataques são diversos, mas os mais populares são: Phishing com 28%, Vírus com 24% e Ransomware com 21% dos ataques.

Essa demora para dar importância à área pode deixar brechas para os ataques digitais. “Por isso, os investimentos em Segurança da Informação se tornam cada vez mais urgentes. Essa deveria ser uma prioridade desde o nascimento de qualquer empresa. Porém, são poucas as que realmente integram a cibersegurança à sua cultura”, alerta Telles.

Os maiores obstáculos para implementação de medidas de Segurança da Informação são a adesão dos funcionários, o alto valor de investimento e o convencimento dos empresários. Infelizmente a perspectiva de proteger ativos e propriedades intelectuais das empresas é tido como um gasto, não como um investimento, e isso causa grandes problemas no futuro.

“Na maioria dos casos, os colaboradores são considerados brechas para ataques e vazamentos. Não por má fé, mas sim por falta de conhecimento e preparo. Eles podem ser alvos de phishing para roubo de dados. Daí a importância de oferecer treinamentos periódicos sobre os riscos e boas práticas. Gestores e líderes precisam estar envolvidos, para garantir que o conhecimento sobre Segurança Cibernética faça parte do dia a dia”, completa.

Fonte: noticias.r7.com

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