83% das empresas brasileiras vão aumentar o investimento em segurança cibernética

De acordo com dados da pesquisa Global Digital Trust Insights Survey, realizada em 2022, 83% das empresas brasileiras estimam um crescimento nos gastos com segurança cibernética durante esse ano. Esse resultado é maior do que a expectativa mundial, onde apenas 69% das organizações esperam esse crescimento. Este resultado brasileiro está muito ligado à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

De acordo com dados da pesquisa Global Digital Trust Insights Survey, realizada em 2022, 83% das empresas brasileiras estimam um crescimento nos gastos com segurança cibernética durante esse ano. Esse resultado é maior do que a expectativa mundial, onde apenas 69% das organizações esperam esse crescimento. Este resultado brasileiro está muito ligado à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Esse aumento expressivo no Brasil, segundo estudos, é oriundo da mudança das empresas no cuidado com os dados corporativos e de clientes. Principalmente com a implementação da LGPD, que obriga organizações a protegerem os dados dos consumidores de seus produtos e serviços.

É importante lembrar que as estratégias de Customer Experience das empresas devem estar inteiramente alinhadas com esses cuidados de dados dos consumidores e colaboradores.

Ainda segundo a pesquisa, somente um terço das organizações no mundo tem práticas avançadas de confiança de dados. Entretanto, isso é o dever de todas as empresas, independentemente do porte. Caso a empresa não cumpra com as normas estabelecidas pela LGPD, há a possibilidade da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) abrir um processo que pode gerar advertência, multas altas ou até mesmo o bloqueio dos dados. 

A Clavis, por meio de seu portfólio de serviços e produtos, é capaz de ajudar a sua organização para a devida adequação à LGPD. Ela auxilia a sua empresa na preparação, organização, e aplicação de controles de segurança, no estabelecimento de estruturas de Governança bem como na identificação de melhorias e seus respectivos ajustes cujo propósito é a devida implementação de proteção e privacidade de dados.

A Global Digital Trust Insights Survey aponta que o envolvimento dos altos cargos das empresas é essencial para a aplicação das políticas. Segundo o estudo, os Chief Executive Officer (CEO) com melhores envolvimentos em segurança cibernética nos últimos dois anos têm 14 vezes mais probabilidade de dar suporte relevante ao Chief Information Security Officer (CISO)

Apesar disso, 77% dos executivos brasileiros e 75% dos globais relataram a complexidade nas corporações que atuam com tecnologia, dados e ambientes operacionais. A pesquisa revela também que eles têm consciência que essa complexidade pode elevar a níveis preocupantes os riscos cibernéticos e de privacidade.

Fonte: www.ipnews.com.br

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